20 de abril de 2013

Paraguai veta uso de urnas eletrônicas brasileiras e voto é manual

Alegação foi de que as urnas eletrônicas brasileiras não são confiáveis porque podem ser burladas

Os votos dos 3,5 milhões de paraguaios que escolhem neste domingo (21) o novo presidente do país será manual. O Congresso do Paraguai vetou as urnas eletrônicas brasileiras que foram usadas em eleições anteriores. A alegação foi de que não são confiáveis porque podem ser burladas.

A decisão precisou ser acatada pela Justiça Eleitoral, mas gerou protestos. O Coordenador Geral das Eleições, Carlos María Ljubetic, reprovou a iniciativa dos políticos. “É um absurdo. Creio que a urna eletrônica oferece muita garantia. O resultado sai mais rápido e não há manipulação de membros da mesa”, diz. As urnas brasileiras foram usadas em três eleições no Paraguai, a última delas em um pleito municipal, em 2006.

No sistema manual, os eleitores recebem seis boletins, um correspondente a cada cargo que precisa votar. Ao final do pleito, os mensários fazem a contagem dos votos, digitam os resultados e transmitem à Justiça Eleitoral. Embora a votação seja manual, a transmissão é eletrônica.

A votação será realizada das 8 às 17h (horário brasileiro). A Justiça Eleitoral estima que o nome do novo presidente paraguaio deve ser conhecido por volta das 20h locais (21 horas no Brasil).

Pleito

No total estão habilitados 1.046 locais de votação em todo país. Cerca de 12 mil pessoas irão trabalhar nas eleições. Há ainda 58 mil membros de mesa dos partidos que estarão envolvidos no processo.

O voto no Paraguai é obrigatório e há multa para quem não comparecer às urnas. No entanto, muitos eleitores não se importam porque a sanção não é aplicada.

As últimas pesquisas apontam empate técnico entre os dois candidatos mais bem cotados, Horacio Cartes (Partido Colorado) e Efraín Alegre (Partido Liberal Radical Autêntico). Se o resultado for apertado, não se descarta a possibilidade de um dos partidos solicitar recontagem de votos, a exemplo do que ocorreu na Venezuela.

Fonte: GAZETA DO POVO

5 comentários:

Claudio Paschoal on 21 de abril de 2013 10:23 disse...

Desde que foi "inventada" a urna eletrônica, à época, foram convidados dez TI's "independentes,kkkkkkkk" que após testá-las apenas dois foram suficientemente sinceros em dizer que elas eram facilmente fraudáveis. O ter então, adorou porque atendia suas expectativas de sempre manter o poder na mão dos dominantes, hoje os petralhas!

Anônimo disse...

Todo sistema possui falhas, mas essas urnas por favor, além de poderem ser manipuladas facilmente, elas possuem um sistema operacional vunerável!!!!

Luis Henrique Silva De Castro on 18 de agosto de 2013 19:58 disse...

Acho ridiculas tais alegações sem nenhum rspalso tecnico somente esta reportagem que pose ser tendenciosa pois todos sabemos que manipulosa e frauduleta e o voto em papel srm falar em facil de ser trocados os resultados.....

Luis Henrique Silva De Castro on 18 de agosto de 2013 20:00 disse...

E muito fraco esta alegação cade o orgão que aferiu tau contratação.... faciu de falar difícil de comprovar

Anônimo disse...

Ué, mas elas não foram adotadas pelo FHC, que era o ~poder dominante~? Prestenção na contradição Claudio Paschoal....

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