13 de outubro de 2010

Quem fiscaliza o TSE?

[Seculodiario.com] Urna eletrônica - a caixa-preta blindada por uma instituição que concentra três poderes


Talvez o Brasil seja um dos únicos países democráticos que ainda admita que uma mesma instituição acumule prerrogativas de três poderes republicanos. Durante as eleições, a Justiça Eleitoral do Brasil tem total autonomia para legislar, executar e julgar. A distorção permite que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e suas sucursais nos estados, os TREs, sejam fiscais de si mesmos. O atual sistema eletrônico de votação brasileiro, que não permite auditar contabilmente os resultados das urnas, é apenas uma representação simbólica de como a Justiça Eleitoral se posiciona acima do bem e do mal. A soberba que reside na instituição põe em risco uma das mais importantes ferramentas da democracia, o voto, e transforma o processo eleitoral em uma caixa-preta.

4 comentários:

Anônimo disse...

No sistema do TSE, eles prestam atenção quando as urnas apresentam:


-Seção agregada com resultado;
-Diferença no tipo da urna (apurada, anulada);
-Divergência de correspondência;
-Retransmissão de boletim de urna com diferença na assinatura digital;
-Seção com boletim de urna pendente.
-Abstenção negativa;
-Abstenção maior que 40%;

A fraude por abstenção é uma fraude sutil, cujo objetivo é baixar o número total de votos, facilitando uma eleição no primeiro turno.

As urnas são manipuladas para apagar os votos indesejados.

Suponhamos que haja 100 votantes numa seção:

40 votou no partido A, 30 no partido B, os outros 30 em partidos diversos.

Abrindo as urnas manipuladas, aparece:

40 votos A
30 votos B
30 ausências.


Como agora o total válido não é mais 100, agora é apenas 70, o partido A conseguiu 57% e B conseguiu 43%.

O partido A ganha no 1º turno graças a fraude, que ao invés de 40% normal, agora exibe 57% na votação, graças as abstenções falsas.

Teriam sido vários governadores eleitos no 1º turno, graças à isso????

A estratégia é deletar os votos indesejados e transformá-los em "abstenções não comprovadas", como se os eleitores tivessem faltado a votação.

Misteriosamente, o TSE afirma que quase 25 MILHÕES DE PESSOAS não foram as urnas, quase 20% do eleitorado total do Brasil faltou às eleições, ou seja, que de cada 5 eleitores, um teria faltado.

É estranho, pelo menos eu não conheço ninguém que tenha faltado à votação.

Vocês conhecem??

Considerando que há multas desagradáveis para quem não votar, acho difícil haver tantas faltas assim como eles dizem. É muita falta.

Como eles só verificam fraudes de abstenção acima de 40%, essa abstenção de 20% não será verificada.

Vai ver por isso diziam que as pesquisas diziam que a Dilma ganharia no 1º turno.... E vai ver por isso que abaixo dos 3 candidatos principais Dilma-Serra-Marina, a votação foi tão baixa.

Eleitorado: 135.804.433
Apurado: 135.804.043 (99,99%)
----Abstenção: 24.610.296 (18,12%)---
Comparecimento: 111.193.747 (81,88%)
Votos: 111.193.747
Brancos: 3.479.340 (3,13%)
Nulos: 6.124.254 (5,51%)
Válidos: 101.590.153 (91,36%)

DILMA 47.651.434 (46,91%)
JOSÉ SERRA 33.132.283 (32,61%)
MARINA SILVA 19.636.359 (19,33%)
PLÍNIO 886.816 (0,87%)
EYMAEL 89.350 (0,09%)
ZÉ MARIA 84.609 (0,08%)
LEVY FIDELIX 57.960 (0,06%)
IVAN PINHEIRO 39.136 (0,04%)
RUI COSTA PIMENTA 12.206 (0,01%)


http://divulgacao.tse.gov.br/

Fraude de Abstenção - Os 25 milhões de votos que sumiram....

Anônimo disse...

É lamentável sentir a sensação de haver possibilidade de fraude nas urnas eletronicas.
Se isto for comprovado será considerado um verdadeirto golpe de estado.
É preciso que a sociedade fique em estado de alerta.

Anônimo disse...

Multa de 3,51 por pleito. Nem eh salgado.

Julio Auler on 8 de outubro de 2012 19:10 disse...

Em qualquer sistema em que a confiabilidade seja indispensável se faz o uso de um recurso denominado redundância.
No caso do sistema de coleta de votos o maior motivo dela ter sido criada e implantada é a rapidez da apuração e a precisão da intenção de voto.
E quanto à redundância citada?
Ao votar-se, o voto eletronico deveria gerar um voto em papel impresso, sem a identificação do votante, e, este voto impresso deveria ser introduzido em uma urna tradicional.
Ao final da eleição far-se ia uma audiência confrontando os votos apurados eletronicamente pela urna com os votos impressos coletados. Simples assim...

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